CONTEÚDO CRISTÃO

CONGRESSO REGIONAL DE JOVENS QUADRANGULAR 2017

Se prepara pra viver um dia surpreendente!
Congresso Regional de Jovens - 1ª Região.
Tema: Identidade
Presenças confirmadas: Davi Lago e Gabriel Guedes.
Ingressos: Primeiro lote está a venda por R$ 40,00 até o dia 17 de julho.

Local: Sede Estadual da Igreja do Evangelho Quadrangular

Data: 19 a 21/08

Mais  informações através do  WhatsApp: 98 98887-2323.



    O Inep realiza exames que além de diagnosticar a educação básica brasileira possibilitam meios para certificar saberes adquiridos tanto em ambientes escolares quanto extraescolares. O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos – ENCCEJA - é um desses exames.

    O ENCCEJA tem como principal objetivo construir uma referência nacional de educação para jovens e adultos por meio da avaliação de competências, habilidades e saberes adquiridos no processo escolar ou nos processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais, entre outros.

    A participação no ENCCEJA é voluntária e gratuita, destinada aos jovens e adultos residentes no Brasil e no Exterior, inclusive às pessoas privadas de liberdade, que não tiveram oportunidade de concluir seus estudos na idade apropriada.

    No Brasil e no Exterior, o Exame pode ser realizado para pleitear certificação no nível de conclusão do Ensino Fundamental para quem tem no mínimo 15 (quinze) anos completos na data de realização das provas. Além da certificação no nível de conclusão do Ensino Fundamental, os brasileiros residentes no Exterior podem pleitear a certificação no nível de conclusão do Ensino Médio desde que tenham no mínimo 18 (dezoito) anos completos na data de realização das provas.

    No Brasil, com a instituição do novo Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, a partir de 2009 o ENCCEJA passou a ser realizado visando à certificação apenas do Ensino Fundamental, pois a certificação do Ensino Médio passou a ser realizada com os resultados do ENEM.

    O ENCCEJA constitui-se de provas estruturadas da seguinte forma:

    Para o Ensino Fundamental:
    - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação;
    - Matemática;
    - Historia e Geografia;
    - Ciências Naturais.

    E para o Ensino Médio (apenas para os brasileiros residentes no Exterior):
    - Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação;
    - Matemática e suas Tecnologias;
    - Ciências Humanas e suas Tecnologias;
    - Ciências da Natureza e suas Tecnologias.

    Essas áreas do conhecimento foram estabelecidas a partir do currículo da Base Nacional Comum, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN's).

    Para se preparar para o Exame, o Inep disponibiliza em sua página no endereço eletrônico o material didático pedagógico de apoio aos participantes e professores que é composto por: um volume introdutório, quatro volumes de orientações aos professores, oito volumes de orientações para o estudante (quatro para o Ensino Fundamental e quatro para o Ensino Médio).

    A Matriz de Competências e Habilidades, com 30 habilidades, também continua subsidiando o estudo individual, também disponível na página do Inep no endereço eletrônico. As competências do sujeito são eixos cognitivos que, referem-se também ao domínio de linguagens, compreensão de fenômenos, enfrentamento e resolução de situações-problema, capacidade de argumentação e elaboração de propostas. Dessas interações resultam, em cada área, habilidades que são avaliadas por meio das 30 questões objetivas (múltipla escolha) e pela produção de um texto em prosa do tipo dissertativo-argumentativo, a partir de um tema de ordem social, cientifica, cultural ou política (redação).

    Todos aqueles que tenham realizado o ENCCEJA Nacional em anos anteriores e não obtiveram média para aprovação na área de conhecimento, poderão inscrever-se novamente no Exame para eliminação do componente curricular desejado, caso tenham interesse.

    Para maiores informações sobre o exame acesse o site.


    Carolina Celico, esposa do jogador Kaká e ex-pastora, faz declarações contra a Igreja Renascer

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    Caroline Celico (foto), 23, mulher do jogador Kaká, 29, questionou a validade do dízimo ao afirmar que fazia uma leitura errada da Bíblia, literal. Ela deu um exemplo: “Numa passagem da Bíblia está escrito que para se curar da lepra era preciso dar sete mergulhos no rio Jordão. Então [eu pensava]: se Deus precisava que eu desse sete mergulhos, hoje Ele precisa que eu dê uma oferta, que eu entregue meu dízimo. E até meu dízimo não estar entregue, não vou receber meu milagre. Hoje vejo que Deus conhece o meu coração. Se eu entreguei ou não alguma coisa para Deus, Ele sabe o meu sentimento”.
    Carol (como gosta de ser chamada) e Kaká se desligaram da Igreja Renascer ao final de 2010. Ela disse em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, na Folha desta sexta-feira (15), que não pretende seguir nenhuma religião. “Por enquanto não sinto falta dos rituais”, afirmou. “Mas não posso dizer nunca mais.”
    Ela não quis falar sobre as causas de sua saída e a de Kaká da Renascer. “Foram por muitos motivos, mas não vou citá-los. Isso é uma coisa minha.”
    No ano passado, quando Carol escreveu no Twitter “como é bom não pertencer a nenhuma denominação”, especulou-se que o casal estava descontente com Estevam Hernandes, fundador da igreja, por causa da má administração e denúncias desvio do dízimo.
    Kaká, além de ser usado como garoto-propaganda da Renascer, era o maior dizimista da denominação. Estima-se que só em 2009 ele tenha colocado R$ 2,4 milhões nas mãos de Hernandes.
    Na entrevista, Carol deixou claro que rompeu com a teologia da prosperidade pregada pela Renascer, entre outras igrejas evangélicas. “Acreditei em coisas que não estavam na Bíblia.” Disse também que nas músicas do CD que começa a ser vendido nos próximos dias ela procura passar a mensagem de que Deus não age “aumentando uma conta de banco ou abrindo uma porta de emprego”. Acrescentou que, para ela, “Deus não é isso”.
    Fonte: Paulopes

    Cinco pastores mais ricos do mundo são africanos, revela revista Forbes


     Em recente levantamento realizado pela revista Forbes foi revelado que os cinco pastores evangélicos mais ricos do mundo são africanos, mais precisamente nascidos na Nigéria. A  revista americana Forbes é conhecida por suas listas e matérias sobre finanças, e levou em consideração apenas o patrimônio declarado legalmente pelos pastores e não o que está em nome das igrejas, empresas ou entidades ligadas a eles. 
    O continente mais pobre do mundo tem também a menor espectativa de vida e os menores indices de educação. Esses são alguns dos fatores que levam muitas africanos a se apegarem a diversas promessas de solução milagrosa que se apresentam como  solução para seus problemas imediatos. Embora isso tenha feito que a África seja dominada por religiões ligadas a bruxaria e seitas vindas das antigas tribos residentes no local, a cristianismo vem crescendo com força no continente. Diversas igrejas conhecidas no Brasil já estão lá a muito tempo como a Quadrangular e Assembléia de Deus, além de outras que aterrissaram no continente a menos anos como as igrejas Universal, Mundial e Internacional essas ultimas proclamadoras da teologia da prosperidade.
    Segundo a revista Forbes, os cinco pastores mais ricos do mundo conseguiram suas posses vendendo produtos diversos, desde livros e dvds a outros itens criados pelos líderes. Eles também não vivem apenas do que recebem em suas igrejas tendo diferentes tipos de ganhos como emissoras de tv evangélicas e redes de fast-foods. O Pastor Chris Oyakhilome, por exemplo, vende um devocional a 1 dolar, são dois milhões de cópias vendidas mensalmente. A Forbes também destaca que esses pastores possuem aviões próprios, relógios de marca e grandes carros de famosas e – caras – marcas.
    O Bispo David Oyedepo da Living Faith World Outreach Ministry, também conhecida como Winners Chapel, tem um patrimônio líquido de 150 milhões de dólares americanos. David é o mais rico pregador da Nigéria. Desde que fundou a Living Faith World Outreach Ministry em 1981, ela cresceu e se tornou uma das maiores congregações da África com cerca de 50 mil membros. Ele possui quatro jatos particulares, residências em Londres e nos Estados Unidos, sua própria editora de livros e uma universidade voltada para alunos ricos.
    Chris Oyakhilome da Believers’ Loveworld Ministries, também conhecida como Christ Embassy, possui um valor estimado entre 30 e 50 milhões de dólares. Sua igreja possui 40 mil membros, dentre eles muitos são executivos e políticos. No ano passado o carismático pregador era o centro de um caso de lavagem de dinheiro em que ele foi acusado de desvio de 35 milhões dólares de sua igreja para bancos estrangeiros. Após afirmar que sofria uma injustiça o caso foi arquivado. Oyakhilome possui jornais, revistas, uma estação de televisão local, uma gravadora, TV via satélite, hotéis e muitos imóveis próprios. Sua rede de tv é a primeira do meio cristão da África a transmitir sua programação para o resto do mundo 24 horas por dia.
    Temitope Joshua da Synagogue Church Of All Nations (SCOAN) tem fortuna estimada em 15 milhões de dólares americanos. É também um dos pastor mais controversos da Nigéria e que tem mais instituições filantrópicas. Joshua comanda a SCOAN, fundada por ele em 1987, que acomoda mais de 15.000 membros aos domingos e possui ainda filiais em Gana, Reino Unido, África do Sul e Grécia. Ele é conhecido por afirmar ter poderes de curar doenças incuráveis como AIDS, câncer e paralisia. Ele é dono da Emmanuel TV, uma rede de televisão cristã e é amigo íntimo do Presidente de Gana, Atta Mills.
    Matthew Ashimolowo (foto) é líder da igreja Kingsway International Christian Centre (KICC). Estima-se que Ashimolowo possua um património em torno de 10 milhões dólares. O nascimento da denominação deu-se em 1992, quando sua então igreja, a Quadrangular, decidiu envia-lo para abrir uma sucursal em Londres, mas o pastor tinha outras ideias e decidiu criar sua própria congregação no lugar. Hoje, a Kingsway International Christian Center é supostamente a maior igreja Pentecostal no Reino Unido. Em 2009, a igreja registrou lucros de quase US $ 10 milhões e ativos de US $ 40 milhões. Ashimolowo ganha de sua denominação um salário anual de US$ 200.000, mas a sua verdadeira riqueza vem de interesses empresariais variados, incluindo a sua empresa de mídia, a “Matthew Ashimolowo Mídia”, que agita a literatura cristã e e o ramo de documentários.
    Chris Okotie da Household of God Church, tem as propriedade avaliadas em aproximadamente US$ 10 milhões. Pastor Okotie fazia sucesso primeiro como músico pop nos anos 80. Ele descobriu a Palavra, abraçou a Bíblia e fundou a Household of God, uma das congregações mais extravagante da Nigéria que possui hoje cerca de 5 mil membros entre eles a grande maioria formado por celebridades, músicos e pessoas da sociedade. Contestou e perdeu as eleições presidenciais na Nigéria pela terceira vez este ano com o Partido Fresh, o qual ele mesmo criou e financia. É um amante de grandes carros sendo dono de um Mercedes S600, Hummer, Porsche, entre vários outros.
    Segundo a Forbes todos os valores dos patrimônios foram confirmados pelos respectivos ministérios através de emails. Apenas a igreja do Pastor Matthew Ashimolowo não respondeu aos contatos.
    Fonte: Gospel+

    Programa "Show da Fé", do Missionario R.R Soares, deve sair do ar na Band


    A TV Bandeirantes decidiu cortar de vez o programa “Show da Fé” de sua programação. O televangelístico da Igreja Internacional da Graça de Deus, apresentado pelo Missionário R. R. Soares, já vinha sofrendo com a oposição da direção da emissora e por isso não terá seu contrato renovado. As informações são da coluna Radar On-line do jornalista Lauro Jardim na Veja Online.

    O motivo seria a baixa audiência que estaria recebendo, o programa é exibido diariamente no faixa nobre da TV brasileira. A Band já cogitava no começo do ano exibir seriados no horário, mas depois de muita negociação o programa continuou sendo exibido, mas com apenas meia hora de duração, metade do tempo anteriormente alugado.
    A data para o fim do Show da Fé na Band é dezembro, quando termina o contrato vigente entre a emissora e o Missionário.
    R. R. Soares ainda terá horário na Rede TV! e em seu próprio canal, a RIT.
    Fonte: Gospel+






    Matéria sobre os evangélicos - Jornal Nacional





    Colunistas da Veja e Folha de São Paulo se diqladiam ao comparar  Marcha Para Jesus com  Parada Gay
    Imagem do avatarPor (perfil no G+ Social) em 27 de junho de 2011

    O colunista da Folha de São Paulo, Revista Veja e da Rádio CBN, Gilberto Dimenstein, causou polêmica nesta semana ao escrever em seu blog o texto “São Paulo é mais gay ou evangélica?”. Na análise, o jornalista argumenta que “os gays usam a alegria para falar e se manifestar”, enquanto “a parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade”.
    Dimenstein foi criticado por outro conhecido colunista da Revista Veja, Reinaldo Azevedo, que em seu blog classificou o texto como “tolo”, “burro”, “falacioso” e “preconceituoso”, rebatendo, linha por linha, todas as afirmações contidas no artigo de Gilberto Dimenstein. “Há uma diferença que a estupidez do texto de Dimenstein não considera: são os militantes gays que querem mandar os evangélicos para a cadeia, não o contrário”, argumenta Azevedo.
    Abaixo você confere a íntegra do artigo de Gilberto Dimenstein:
    Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da ideia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais.
    Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade.
    Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF.
    Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários. Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança. Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertas com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras.
    Nada contra –muito pelo contrário– o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos.
    Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.
    Abaixo agora a resposta de Reinaldo Azevedo comentando em chaves o texto do colunista da Folha:
    Gilberto Dimenstein, para manter a tradição — a seu modo, é um conservador, com sua mania de jamais surpreender — , resolveu dar mais uma contribuição notável ao equívoco ao escrever hoje na Folha Online sobre a Marcha para Jesus e sobre a parada gay.
    São Paulo é mais gay ou evangélica?
    {Sem qualquer investimento voluntário na polissemia, é um texto tolo de cabo a rabo; do título à última linha. São Paulo nem é “mais gay” nem é “mais evangélica”. Fizesse tal consideração sentido, a cidade é “mais heterossexual” e “mais católica”, porque são essas as maiorias, embora não-militantes. Ora, se a diversidade é um dos aspectos positivos da cidade, como sustenta o articulista, é irrelevante saber se a cidade é “mais isso” ou “mais aquilo”, até porque não se trata de categorias excludentes. Se número servisse para determinar o “ser” da cidade — e Dimenstein recorre ao verbo “ser” —, IBGE e Datafolha mostram que os cristãos, no Brasil, ultrapassam os 90%.}
    Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da idéia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais.
    {Nessas poucas linhas, o articulista quer afastar a suspeita de que seja preconceituoso. Está, vamos dizer assim, preparando o bote. Vamos ver.}
    Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade.
    {Está tudo errado! Pra começo de conversa, que história é essa de que “é um direito” dos evangélicos “não respeitar” os direitos dos gays? Isso é uma boçalidade! Nenhum evangélico reivindica o “direito” de “desrespeitar direitos” alheios. A frase é marota porque embute uma acusação, como se evangélicos reivindicassem o “direito” de desrespeitar os outros.}
    {Agora vamos ver quem quer tirar o direito de quem. O tal PLC 122, por exemplo, pretende retirar dos evangélicos — ou, mais amplamente, dos cristãos — o direito de expressar o que suas respectivas denominações religiosas pensam sobre a prática homossexual. Vale dizer: são os militantes gays (e não todos os gays), no que concerne aos cristãos, que “reivindicam uma sociedade com menos direitos e menos diversidade”. Quer dizer que a era da afirmação das identidades proibiria cristãos, ou evangélicos propriamente, de expressar a sua? Mas Dimenstein ainda não nos ofereceu o seu pior. Vem agora.}
    Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF.
    {Milhões de evangélicos se reuniram ontem nas ruas e praças, e não se viu um só incidente. A manifestação me pareceu bastante alegre, porém decorosa. Para Dimenstein, no entanto, a “alegria”, nessa falsa polarização que ele criou entre gays e evangélicos, é monopólio dos primeiros. Os segundos seriam os monopolistas do “ranço um tanto raivoso”. Ele pretende evidenciar o que diz por meio da locução conjuntiva causal “já que”, tropeçando no estilo e no fato. A marcha evangélica, diz, “faz ataques a diversos segmentos da sociedade” — neste ano, “o STF”. O democrata Gilberto Dimenstein acredita que protestar contra uma decisão da Justiça é prova de ranço e intolerância, entenderam? Os verdadeiros democratas sempre se contentam com a ordem legal como ela é. Sendo assim, por que os gays estariam, então, empenhados em mudá-la? No fim das contas, para o articulista, os gays são naturalmente progressistas, e tudo o que fizerem, pois, resulta em avanço; e os evangélicos são naturalmente reacionários, e tudo o que fizerem, pois, resulta em atraso. Que nome isso tem? PRECONCEITO!}
    Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários.
    {Bem, chego a duvidar que Gilberto Dimenstein estivesse sóbrio quando escreveu essa coluna. Não há?}
    Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança.
    {Em qualquer país do mundo democrático, questões religiosas e morais se misturam ao debate eleitoral, e isso é parte do processo. Políticos também desfilam nas paradas gays, como todo mundo sabe.}
    Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertar com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras.
    {Todos sabem que o PT é o grande incentivador dos movimentos gays. Como é notório, trata-se de um partido acima de qualquer suspeita, jamais envolvido em falcatruas, que pauta a sua atuação pelo mais rigoroso respeito às leis, aos bons costumes e à verdade.}
    Nada contra –muito pelo contrário– o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos.
    {Gilberto Dimenstein precisa estudar o emprego do infinitivo flexionado. A inculta e bela virou uma sepultura destroçada no trecho acima. Mas é pior o que ele diz do que a forma como diz. Que história é essa de “nada contra”? Sim, ele escreve um texto contra o direito de manifestação dos evangélicos. O fato de ele negar que o faça não muda a natureza do seu texto. Ora, vejam como os militantes gays são bonzinhos — querem que todos sejam alegres —, e os evangélicos são maus: pretendem tolher a livre manifestação do outro. SÓ QUE HÁ UMA DIFERENÇA QUE A ESTUPIDEZ DO TEXTO DE DIMENSTEIN NÃO CONSIDERA: SÃO OS MILITANTES GAYS QUE QUEREM MANDAR OS EVANGÉLICOS PARA A CADEIA, NÃO O CONTRÁRIO. São os movimentos gays que querem rasgar o Artigo 5º da Constituição, não os evangélicos.}
    Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.
    {Hein??? A conclusão, obviamente, não faz o menor sentido nem decorre da argumentação. Aquele “portanto” dá a entender que o autor demonstrou uma tese. Bem, por que a conclusão de um texto sem sentido faria sentido? Termina tão burro e falacioso como começou.}

     

    Ex missionária pentecostal, e hoje pastora gay, Lana Houder,  afirma que vai pregar a Palavra de Deus na Parada Gay

     

    Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para “evangelizar” os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.

    Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel “A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”

    As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.

    Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”

    Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”

    Negação e aceitação da sexualidade

    As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.

    “Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.

    A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”

    Igreja Cidade de Refúgio

    Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna.

    Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.

    Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.

    Fonte: G1

       

    Funkeiro MC Marcinho afirma que quer ser pastor e que converte muitos nos bailes funks cariocas

    Príncipe do Funk quer virar pastor. Na porta da casa de MC Marcinho, em Bangu, chama a atenção um Tucson com o adesivo “Jesus: neste nome há poder”. Não é à toa. Depois de sofrer um acidente de carro em 2006 e, quando ainda se recuperava, ser vítima de assalto a mão armada, o cantor se converteu e disse que, por isso, largaria o funk. Desde então, dezenas de produtores anunciam “shows de despedida”. Mas Marcinho garante: a apresentação desta sexta na Fundição Progresso não será a última. Ele vai abandonar o funk, mas só depois de divulgar o CD e DVD “Tudo é festa”, que a EMI deve lançar em julho.
    Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel - Minha meta é virar pastor e ajudar as pessoas através do testemunho de que Deus me levantou e me tirou da cadeira de rodas. Mas minha agenda é muito corrida, e minha vida secular de cantor não me dá tempo – justifica Marcinho. – Vou parar, e isso é real. Mas tenho shows até o fim do ano e o contrato do DVD a cumprir com a gravadora.
    Gravado há três anos no Circo Voador, o DVD tem participações de Sandra de Sá, Regina Casé e MCs como Bob Rum e Sapão. O repertório inclui hits das antigas como o “Rap do Solitário” e “Glamourosa” e músicas da nova fase evangélica do cantor, como “Deus é fiel”. Marcinho explica a demora do lançamento:
    - Tivemos um problema com o DJ Marlboro, que não queria liberar algumas músicas minhas para um selo que não fosse o dele. Como a editora dele tem 25% desses direitos autorais, tivemos que insistir muito, e só agora ele aceitou. Não tenho raiva ou mágoa nenhuma. Orei bastante e já o perdoei.
    A conversão à Igreja Batista fez o cantor mudar seus hábitos e se reconciliar com sua primeira mulher, Kelly, mãe de seus filhos Marcelo, de 9 anos, e Marcele, de 11. Ele é pai também de Marcinho, de 5, com a funkeira MC Cacau, e de Mateus, de 12, fruto de um outro relacionamento. Ao contrário de alguns músicos convertidos que negam seu passado musical, como Rodolfo Abrantes (ex-Raimundos), Marcinho diz que não se envergonha de nada do que fez no funk.
    - O meu pastor é um antigo amigo de noitada, com o qual fazia as coisas erradas. Bebia demais, traía e mentia para minha mulher. Dizia que ia viajar para fazer show e saía para jogar. Nunca fui viciado em drogas como ele, mas meu vício eram jogos de baralho. Perdi dinheiro – ele lembra.
    Marcinho diz nunca ter se envolvido com traficantes. Sequer gravou proibidões fazendo alusão a violência e facções criminosas. Mas tem uma música que gostaria de apagar do portfólio. Na verdade, uma paródia de conotação sexual que ele cantou de “Detalhes”, de Roberto Carlos. Um amigo gravou, e até hoje a versão gangsta circula pela internet:
    - É a única coisa de que me arrependo na vida. Queria pedir perdão pessoalmente ao Rei, de quem sou fã.
    Enquanto isso não acontece, ele segue sua missão:
    - Vou aonde pastores não entrariam e converto as pessoas até em baile funk.
    Fonte: O Globo




    Após diversas  polêmicas, igreja-mãe da Assembléia de Deus e conveniadas se filiam a CGADB de José Wellington

    A Convenção da igreja-Mãe das Assembleias de Deus no Brasil (CIMADB) firmou acordo com a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) no dia 16 de junho de 2011. O documento credencia a CIMADB e seus membros.
    Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Esse acordo sela a paz entre as duas convenções que estavam dividas por questões políticas.
    Muito se falou sobre a divisão entre as AD, rumores que só aumentaram com a organização de duas festas em Belém do Pará para comemorar o Centenário. A CGADB realizou dois dias de evento uma semana antes do programado pela CIMADB.
    Apesar disso o pastor Samuel Câmara compareceu na festa da CGADB e o pastor José Wellington Bezerra também esteve presente nos dias de festividade da CIMADB.
    Fonte: Gnotícias

     Marcha para Jesus 2011 em São Paulo

    Saiba tudo sobre a Marcha para Jesus 2011: Shows, concentração, trajeto, transporte, horários e mais A 19ª edição da Marcha para Jesus promete reunir milhões de pessoas nas ruas de São Paulo no dia 23 de junho. Considerado o maior evento cristão e popular do mundo, neste ano o tema será “A Marcha da Fé”.
    Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel A marcha sairá do Metrô Tiradentes, às 10h, e seguirá em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próximo ao Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo, onde acontecem os shows.
    No local, será montada uma megaestrutura para a apresentação de 35 bandas e grupos de música gospel, como Renascer Praise, Cassiane, André Valadão, Thalles Roberto, Soraya Moraes, Fernanda Brum, Marcelo Aguiar, Irmão Lazaro, entre outros. Os shows devem prosseguir até às 21h30.
    Presidida pelo apóstolo Estevam Hernandes, a Marcha Para Jesus é um evento pacífico que reúne todas as igrejas cristãs e é aberta a toda a população. “A verdade da Marcha é que ela representa a união, a comunhão de todos aqueles que acreditam em Jesus Cristo como filho de Deus e nosso desejo de expressar essa fé”, afirma o apóstolo.
    Todos os anos, pessoas de todas as idades e lugares do Brasil, e até de outros países, participam do evento em São Paulo. Nesta edição, cerca de 200 caravanas e dezenas de trios elétricos de várias denominações evangélicas estão inscritos.

    Evento oficial

    A Marcha para Jesus faz parte do calendário oficial do País desde setembro de 2009, quando a Lei Federal 12.025 foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
    Em São Paulo, o evento conta com o apoio da prefeitura de São Paulo, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), SPTrans, São Paulo Turismo e Policia Militar.
    A organização também disponibiliza um ambulatório com mais de 200 profissionais da área da saúde, divididos entre médicos e enfermeiros, que ficarão de plantão durante todo o evento.
    Além disso, haverá um local exclusivo para pessoas com deficiências físicas e auditivas.

    Breve história da Marcha para Jesus

    A primeira Marcha para Jesus aconteceu em 1987, em Londres (Inglaterra), e foi organizada pelo pastor Roger Foster, além dos compositores Graham Kendrick, Gerald Coates e Lynn Green. O propósito inicial era tirar a igreja cristã de dentro de “quatro paredes” e mostrar que estava viva e presente na sociedade.
    Em 1989, mas de 45 cidades marcharam em todo o Reino Unido e também em Belfast (capital da Irlanda), onde seis mil católicos e protestantes se reuniram em um sinal visível da força do nome de Jesus Cristo. Naquele dia, 200 mil cristãos estiveram unidos em toda a nação, fato que voltou a se repetir em 1990 e 1991.
    Em 1992, a Marcha para Jesus tornou-se um evento mundial de louvor e adoração a Deus, chegando à América Latina, Ásia e África. No ano de 1993, chegou ao Brasil, quando aconteceu a primeira edição do evento em São Paulo. Naquele ano, a Marcha saiu da Avenida Paulista, desceu a Avenida Brigadeiro Luís Antônio e chegou ao Anhangabaú para a concentração.
    Seis anos depois, cerca de 10 milhões de pessoas de mais de 170 países marcharam para celebrar o nome de Jesus Cristo. Cidadãos de diversas religiões, idade e raças saíram às ruas em países como Argentina, Canadá, Colômbia, Cuba, EUA, Finlândia, França, Itália, Japão, Moçambique, Rússia, entre outros.
    Agenda:
    Marcha Para Jesus 2011
    Data: 23 de junho
    Local: Saída do Metrô Tiradentes
    Concentração: Praça Heróis da FEB
    Início: 10h
    Previsão de término: 21h30
    Mais informações no site: www.marchaparajesus.com.br

    Orientações gerais

    • Ponto de encontro: de preferência não deve ser na porta do metrô para não atrapalhar a passagem das pessoas;
    • Identificar crianças com crachá contendo nome, endereço e 2 telefones celular de acompanhantes.
    • Não levar objetos cortantes;
    • Tenha uma alimentação saudável antes do percurso;
    • Caso não se sinta bem, dirija-se ao ambulatório;
    • Use roupas calçados confortáveis;
    • Se perder algo, vá até o setor de achados e perdidos, que ficará próximo ao ambulatório;
    • Orientamos os idosos a Marcharem na frente, juntamente com a Marcha Kids que inicia as 9h45.
    • A SPTrans vai disponibilizar a Van Atende para transportar os deficientes fisicos até a concetração. A Van começa a rodar a partir das 10 horas do metrô Tiete

    Informações sobre trânsito e transporte

    A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai interditar vias do Bom Retiro e de Santana das 21h de quarta-feira (22/06) às 03h de sexta-feira (24/06) para realização da “Marcha para Jesus 2011″. O evento tem início previsto para 06h da quinta-feira (23/06) e contará com 15 carros de som, caminhada, shows musicais e pregações religiosas.
    Localização e Horários
    • Concentração: Praça da Luz, junto a Av. Tiradentes (sentido Centro, entre as ruas dos Bandeirantes e Mauá), das 06h às 10h de quinta-feira (23/06);
    • Percurso: avenidas Tiradentes e Santos Dumont, e Praça Campos de Bagatelle, das 10h às 14h de quinta-feira (23/06);
    • Show: Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileiras e Av. Santos Dumont (entre a Praça Heróis da FEB e Avenida General Pedro Leon Schneider), das 14h às 20h30 de quinta-feira (23/06).
    Bloqueios
    • A Avenida Tiradentes (entre a Avenida do Estado e o Túnel Tom Jobim, sentido Aeroporto) terá sua pista local interditada a partir das 06h, e a expressa a partir das 09h;
    • A Praça Campos de Bagatelle será interditada das 06h às 23h de quinta-feira (23/06);
    • A Avenida Olavo Fontoura (entre a Praça Campos de Bagatelle e a Rua Professor Milton Rodrigues) será bloqueada das 09h30 às 15h de quinta-feira (23/06);
    • A Praça Heróis da FEB e a Avenida Santos Dumont, ambos os sentidos, serão bloqueadas no trecho correspondente entre a Avenida Brás Leme e a Rua Santa Eulália das 22h00 de quarta-feira (22/06) às 23h de quinta-feira (23/06).
    Desvios
    • O tráfego no sentido Norte-Sul será desviado pela Avenida Brás Leme, seguindo pelas avenidas Rudge, Rio Branco e Rótula Central, ou para quem se destina à Zona Sul, pelas avenidas Abraão Ribeiro e Pacaembu;
    • No sentido Sul-Norte, o motorista deve seguir pela pista local do eixo, até a Avenida Tiradentes, Rua Pedro Vicente e Avenida Cruzeiro do Sul;
    • A Pista Central da Avenida Santos Dumont, sentido Praça Campos de Bagatelle, terá seu trânsito desviado em direção à Marginal Tietê (sentido Ayrton Senna).
    O Terminal Armênia será desativado no quinta-feira (23/06) das 10h às 14h, e as linhas de ônibus serão desviadas para a Ponte da Vila Guilherme, seguindo pela Avenida Bom Jardim, ruas Araguaia, Canindé, Olarias e Pedro Vicente, e Avenida Cruzeiro do Sul.
    A engenharia de campo da CET irá monitorar o evento, orientando os motoristas e pedestres sobre rotas e bloqueios operacionais.
    Fonte: Assessoria Marcha para Jesus

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