
Menos de 72 horas após a adolescente lúcia Fernanda de 16 anos ter sido assassinada a tiros por um policial no bairro Bom jesus, Juscilene gaspar de 37 anos foi assassinada também a tiros no vizinho bairro do Coroado. As duas eram moradoras do Coroadinho, Bairro da periferia de São Luís
O motivo da morte de Jucilene teria sido uma discussão banal. O crime ocorreu ontem por volta das 21h em um bar na Avenida dos Africanos, no Bairro do Coroado. Ela foi assassinada com pelo menos dois tiros, disparados por um homem identificado apenas como Cutrim, que seria policial militar reformado, vizinho ao local onde ocorreu o crime.
Jucilene foi assassinada após estacionar seu carro em lugar errado. De acordo com informações passadas por policiais militares, Jucilene Gaspar estava no interior do bar na companhia do namorado, Amarildo José Rodrigues dos Santos, de 48 anos. Em determinado momento, segundo relatou Amarildo aos militares, Cutrim teria saído na porta de sua casa e percebido que o carro da vítima, um Siena preto, havia sido estacionado em frente à sua garagem e ele gostaria de sair com o seu veículo. De acordo com depoimento do namorado da vítima, ao vistar o carro estacionado em frente à sua residência, Cutrim começou a gritar para que o carro fosse retirado dali e que, quando a mulher apareceu, ele começou a chamá-la de vagabunda. Em seguida, o autor dos tiros teria entrado em casa e voltado com o revólver; tendo a vítima corrido para dentro do bar, mas tropeçou e caiu, sendo atingida com os disparos ainda no chão, morrendo no local.
Populares informaram que Cutrim, que seria genro da dona do bar, identificada apenas como “Dona Colosso”, já teria matado outras pessoas. Foi dito que ele fugiu do local do crime correndo, com a arma na mão; a após passar mal a proprietária do estabelecimento foi levada para o hospital da capital.
Jucilene Gaspar era moradora da Travessa Jairzinho, nº 142, no Bairro do Coroadinho. Ela tinha duas filhas e trabalhava como autônoma, fornecendo doces e salgados para eventos
O motivo da morte de Jucilene teria sido uma discussão banal. O crime ocorreu ontem por volta das 21h em um bar na Avenida dos Africanos, no Bairro do Coroado. Ela foi assassinada com pelo menos dois tiros, disparados por um homem identificado apenas como Cutrim, que seria policial militar reformado, vizinho ao local onde ocorreu o crime.
Jucilene foi assassinada após estacionar seu carro em lugar errado. De acordo com informações passadas por policiais militares, Jucilene Gaspar estava no interior do bar na companhia do namorado, Amarildo José Rodrigues dos Santos, de 48 anos. Em determinado momento, segundo relatou Amarildo aos militares, Cutrim teria saído na porta de sua casa e percebido que o carro da vítima, um Siena preto, havia sido estacionado em frente à sua garagem e ele gostaria de sair com o seu veículo. De acordo com depoimento do namorado da vítima, ao vistar o carro estacionado em frente à sua residência, Cutrim começou a gritar para que o carro fosse retirado dali e que, quando a mulher apareceu, ele começou a chamá-la de vagabunda. Em seguida, o autor dos tiros teria entrado em casa e voltado com o revólver; tendo a vítima corrido para dentro do bar, mas tropeçou e caiu, sendo atingida com os disparos ainda no chão, morrendo no local.
Populares informaram que Cutrim, que seria genro da dona do bar, identificada apenas como “Dona Colosso”, já teria matado outras pessoas. Foi dito que ele fugiu do local do crime correndo, com a arma na mão; a após passar mal a proprietária do estabelecimento foi levada para o hospital da capital.
Jucilene Gaspar era moradora da Travessa Jairzinho, nº 142, no Bairro do Coroadinho. Ela tinha duas filhas e trabalhava como autônoma, fornecendo doces e salgados para eventos
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